Para não ver, a gente fecha os olhos. Para não ouvir, tampamos os ouvidos. E para não sentir? O que a gente faz?
“Ás vezes eu gostaria de poder agir como todo mundo, mas não posso mudar que eu sou. Já tentei, mas nunca uso roupas certas nem digo as coisas certas, e a maioria das coisa sempre dão errado.”
— Dezesseis Luas.
“Nem tudo o que você fizer pelos outros, eles farão por você. Entenda isso.”
— Jensen Ackles.
“Ele explicou tudo. Ele foi claro. Ele me quer, mas preciso de mais. Preciso que ele me queira como eu o quero e preciso, e no fundo sei que não é possível. Estou triste.”
— 50 Tons de Cinza.
“Tem que haver alguma razão. Tem que ter algum sentido. Não é possível a gente ter um corpo que sente, um coração que bate, um nariz que respira, um cérebro que pensa, uma alma que sonha, e no fim, não ser nada. Sinceramente, não sei o que é pior: ser um nada e estar livre de tudo, ou ser alguma coisa e estar presa a outra a qual nem se sabe o que é.”
— Depois daquela viagem.
“Um brinde ao acaso. Um brinde ao que deu certo, ao que não deu em nada. Um brinde ao caminho incerto, à pessoa errada. Um brinde à tudo que acontece, um brinde ao que nunca vai acontecer. Tudo que mudou, e a tudo que nunca vai mudar.”
“Eu? Quero matar a desilusão, enforcar a inveja e socar o ódio. Quero abraçar o amor, beijar a amizade e casar com a felicidade. Quero multiplicar coisas boas e diminuir as ruins.”
“Odeio me apaixonar. Me sinto tão vulnerável, tão frágil e eu odeio me sentir frágil. Não tem coisa pior que achar que dependemos de alguém para ser feliz.”
— Marcos Filipe.
“Meu coração não se cansa de ter esperança de um dia ser tudo o que quer. Meu coração de criança não é só a lembrança de um vulto feliz de mulher, que passou por meus sonhos sem dizer adeus e fez dos olhos meus um chorar mais sem fim. Meu coração vagabundo quer guardar o mundo em mim.”
— Caetano Veloso.